terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ano Novo

O dia é como outro qualquer, mas os tempos é que são outros. Muitas ações são fechadas para balanço. Zeram-se contagens, iniciam-se projetos. É um novo ano que se começa. Não há nada de novo: os dias ainda tem 24 horas, as semanas 7 dias e os anos 4 estações. Entretanto, novas são as possibilidades de uso de um tempo que fora sobrecarregado. Renovam-se planejamentos, reciclam-se pensamentos, rearruma-se o quarto e renova-se o guarda-roupa.

O outrora “ano passado” agora vira o “ano retrasado”. Do “ano retrasado” é tirada a denominação específica, passando ele a compor o passado distante das memórias. Eis que o futuro chega rápido, “ano que vem” já é o corrente. Tempo para testar se os sonhos foram ilusões ou podem se tornar realizações.

Em 2010, segundo pensavam, o mundo já teria lutado a 3º Guerra Mundial, Brasília não teria mais água, andaríamos em carros voadores, a cura da AIDS já teria sido descoberta, o espaço sideral já teria sido conquistado e vários problemas do homem já teriam desaparecido. De tudo que o que se pensou, o que foi mera especulação? O que de fato ocorrerá?


Assim começa a segunda década do terceiro milênio, cheia de expectativas e esperanças, com a certeza de que mais uma vez o tempo se abre aos rumos que lhe darão os homens.

Um comentário:

Washington disse...

e carrego comigo sempre essa dor imensa de não ter wsido tão generoso como poderia ter sido e a noite que os franceses chamam de reveillón carrega consigo o rito de passagem: do projeto quer sou ao protótipo em que me torno. Depois é viver 365/6 dias sabendo que alguém lá em cima me observa o duro que dou para manter imaculado e limpo as tábuas de meu coração, as vidraças de minh´alma.