quinta-feira, 24 de julho de 2014

Claustrofobia













Um céu sem horizonte
É como um ser sem amor
Ninguém lhes nega a existência
Mas entre existir e viver
Há grande diferença
Sobre a pessoa que não ama
Todos sabem
Há canções, há livros, há poemas
Mas o céu, o céu sem horizonte
Aí está o problema!
Quem liga para o céu?
Quem procura o horizonte?
E, no entanto, é esse confinamento
Essa limitação de tudo
Esse claustro espacial
Que tem nos esmagado
Que tem nos tolhido
nos limitado.
Para além de existir quero viver
Por isso quero amar
E morar em Brasília

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